Por todo o país, com a sensação de que um pouco aos trambolhões, vai ganhando forma a ideia de escola a tempo inteiro, onde a escola curricular se mistura com uma outra feita de actividades chamadas de enriquecimento curricular.
E dizemos mistura porque, pelo que se vê neste arranque turbulento, a ânsia de fazer tudo a correr tem misturado alhos com bugalhos, de tal modo que, não raras vezes, se torna dificil vislumbrar claramente onde começa a escola curricular e acaba o que de mais lhe foi acrescentado agora.
Se não podemos deixar de aqui registar com agrado este esforço titânico para inverter a signa de uma escola primeira desinvestida e desvalorizada ao longo de décadas e reconhecer que a autêntica revolução que está a sofrer vai ao encontro das mais legítimas aspirações da comunidade educativa e é, inquestionavelmente, do maior interesse nacional, também não queremos deixar de lançar, desde já, um olhar preocupado para o incomensurável aumento do tempo de institucionalização que vai sofrer a vida da maioria das crianças, que a par dos tempos gastos nas suas vidas sociais e de provisão pessoal, mais a catequese, mais os escuteitos, mais sei lá o quê, provavelmente, reduzirá o seu tempo de descanso e de sono a níveis nada recomendáveis, para não falar já no demais que começa a ficar irrediavelmente perdido.
Dramaticamento perdido.
Voltaremos ao assunto depois do lançamento agora feito desta incontornável questão.
E dizemos mistura porque, pelo que se vê neste arranque turbulento, a ânsia de fazer tudo a correr tem misturado alhos com bugalhos, de tal modo que, não raras vezes, se torna dificil vislumbrar claramente onde começa a escola curricular e acaba o que de mais lhe foi acrescentado agora.
Se não podemos deixar de aqui registar com agrado este esforço titânico para inverter a signa de uma escola primeira desinvestida e desvalorizada ao longo de décadas e reconhecer que a autêntica revolução que está a sofrer vai ao encontro das mais legítimas aspirações da comunidade educativa e é, inquestionavelmente, do maior interesse nacional, também não queremos deixar de lançar, desde já, um olhar preocupado para o incomensurável aumento do tempo de institucionalização que vai sofrer a vida da maioria das crianças, que a par dos tempos gastos nas suas vidas sociais e de provisão pessoal, mais a catequese, mais os escuteitos, mais sei lá o quê, provavelmente, reduzirá o seu tempo de descanso e de sono a níveis nada recomendáveis, para não falar já no demais que começa a ficar irrediavelmente perdido.
Dramaticamento perdido.
Voltaremos ao assunto depois do lançamento agora feito desta incontornável questão.

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